quarta-feira, 11 de maio de 2016

LESÕES DOS MENISCOS


O joelho é uma articulação complexa que sofre flexão, extensão, rotação lateral e permite movimentos em 7 eixos. Os meniscos são essenciais para a biomecânica normal da articulação do joelho, agindo como lubrificadores, estabilizadores, amortecedores e distribuidores de carga dentro da articulação.
Os meniscos são pequenas estruturas de cartilagem (fibrocartilagem) em número de dois por joelho, localizadas sobre a superfície da tíbia. 
A cartilagem do menisco tem uma superfície lisa e possui a capacidade de adaptar-se à compressão, deformando-se e retornando à sua forma original.
Há um menisco na parte interna (medial) e outro na parte lateral da superfície da tíbia.
Os meniscos conectam-se à superfície da tíbia e fêmur e funcionam como absorvedores de choque durante os movimentos do joelho. Outras funções importantes são proporcionar estabilidade e auxiliar na lubrificação da cartilagem articular.
As lesões dos meniscos podem ocorrer em qualquer faixa etária e são mais comuns em homens do que em mulheres, na proporção de três por um.
Em pessoas mais jovens, a causa de lesão meniscal é geralmente traumática, sendo a entorse do joelho o mecanismo mais comum de trauma.
Durante a nossa evolução natural, os meniscos sofrem uma espécie de alteração da sua estrutura inicial, o que os torna mais susceptíveis e frágeis às lesões por traumas, mesmo de menor intensidade ou sem trauma algum. A partir dos 40 anos de idade a maioria das lesões dos meniscos ocorrem neste padrão e chamamos estas lesões de degenerativas.
A dor aguda é causada pelo menisco lesionado (“rasgado”) que puxa sobre a cápsula da articulação sinovial bem inervados. Inchaço resulta de inflamação da membrana sinovial e derrame (popular “agua no joelho”)por excesso de produção de líquido sinovial.
Temos um tratamento individualizado, com a utilização de técnicas que combatem a raiz do problema e não apenas os sintomas.

Alongar-se pela manhã pode aliviar dores nas costas?


A má postura pode sim prejudicar o funcionamento da coluna vertebral. Olhando uma pessoa de frente a sua postura será nivelada, mas olhando de perfil (de lado) observaremos que existem curvaturas ditas fisiológicas: lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e cifose sacrococcígea. Sempre que ocorrer um exagero, uma retificação ou ate mesmo uma inversão dessas curvaturas teremos o que se chama de uma má postura.
O habito de realizar atividades físicas deve ser estimulado na vida das pessoas. A coluna vertebral por ser um eixo que se conecta com as demais estruturas ósseas necessita alem da integridade das vértebras a perfeita sintonia com os ligamentos e músculos visando movimentos amplos e sem dor.
Em situações tais como doenças inflamatórias articulares, sequelas de fraturas ou ate mesmo o ato de dormir em um colchão de má qualidade fará com que ao acordarmos tenhamos dores nas costas. Em relação ao ato de alongar-se ele é bem vindo e deve ser realizado não só ao acordar com antes e após qualquer atividade física.
VIVA SEM DOR!
Tenha mais informações sobre nosso trabalho, no site:
www.dornacolunarj.com.br
Visite-nos ou Ligue: (21) 3027-0736 / (21) 99713-5863
Importância do Diagnóstico - Dor Da ou Na Coluna Lombar?



A dor lombar é uma manifestação clínica comum em adultos podendo também acometer adolescentes e em menor proporção crianças.
É considerada aguda quando apresenta duração inferior a 4 semanas.Caso a dor persistir por até ou mais que 12 semanas, é considerada crônica.
Entre as principais causas de dor aguda temos: hérnia de disco, fraturas de corpos vertebrais, estiramento muscular ou ligamentar e doenças das articulações interapofisárias posteriores. Estas dores poderão evoluir para um processo de cronificação.
É importante conscientizar o paciente dos fatores de risco que devem ser levados em consideração ao nos depararmos com um indivíduo que apresente dor de coluna:
• idade;
• estilo de vida (vida sedentária e tabagismo);
• exercícios inapropriados ou a não realização dos mesmos;
• sobrepeso e obesidade;
• desobediência às regras básicas de postura;
• já ter apresentado dor previamente.
Tipos de irradiação da dor
• Nas espondiloartropatias a dor se irradia para as nádegas;
• Nas síndromes facetárias (articulações interapofisárias posteriores) a dor pode se irradiar para as coxas, não ultrapassando os joelhos;
• Nas compressões radiculares, a dor obedece ao trajeto de uma raiz nervosa;
• As hérnias discais podem apenas causar dor lombar sem que haja irradiação para os membros inferiores, principalmente quando apresentam localização central. Também se manifestam por irradiação aos membros inferiores (ciáticas) e ou associação de ambas (lombocolotomias).
Nosso objetivo é realizar um tratamento diferenciado para pacientes com dor. Nosso atendimento tem como razão principal realinhar e reorganizar o equilíbrio ósteomuscular corporal completo, com manobras manuais específicas para cada região do corpo.

MANGUITO ROTADOR.



O Manguito Rotador é o nome dado a confluência de 4 tendões musculares que se inserem no úmero: o subescapular, o supra-espinhal, o infra-espinhal e o redondo menor. Estes músculos, quando inflamados, são extremamente doloridos.
É um grupo de quatro músculos e seus tendões, que protegem a parte da cabeça do úmero, como um bracelete. Também conhecido como o rotor manguito, o que ajuda a equilibrar a rotação do braço e do ombro para as atividades do movimento. Os músculos se originam na escápula e se estendem até o úmero, onde se juntam como um bracelete.
As principais funções do manguito rotador são estabilizar o úmero no ombro e garantir o movimento correto do braço, tanto adução e rotação.
As lesões nessa área são causadas por diversos fatores, entre eles:
- Movimentos repetitivos de elevação do braço, acima do nível do ombro, podendo ocorrer no trabalho, em atividades diárias ou em esportes de arremesso, como tênis, basquete, vôlei e natação;
- Alterações posturais, como desvios na coluna e encurtamentos musculares;
- Causas degenerativas, como envelhecimento e diminuição da circulação nos tendões;
- Traumáticos, como nas quedas, podendo estar associados a fraturas ou luxações do ombro.
SINTOMAS
- Dor no ombro que pode irradiar para o braço e pescoço;
- Piora da dor à noite;
- Algumas pessoas terão diminuição da força para movimentar o braço, podendo limitar a realização de atividades de vida diária, como tomar banho, pentear cabelos, coçar as costas ou vestir uma roupa.
Temos um tratamento individualizado, com a utilização de técnicas que combatem a raiz do problema e não apenas os sintomas. Tenha mais informações sobre nosso trabalho, no site:
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quinta-feira, 17 de março de 2016


cuidados com a postura

Seja qual for sua profissão, sempre vai haver determinadas posturas que irão ter que ser repetidas diversas vezes. Posturas repetitivas pode ocasionar a LER. Conte conosco para tratar a sua dor.
Temos um tratamento individualizado, com a utilização de técnicas que combatem a raiz do problema e não apenas os sintomas.
VIVA SEM DOR
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FAÇA SEM SE PREJUDICAR


Ao fazer exercícios, principalmente musculação, não exagere na quantidade de peso. Isso pode ocasionar problemas em sua coluna vertebral.

VIVA MELHOR!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

As "canelites" na corrida


A “canelite” é o nome popular da síndrome do estresse tibial medial (SETM), uma das lesões por sobrecarga mais comuns no atletismo e principalmente na corrida. Podemos encontrar na literatura outras denominações para a “canelite”, tais como: “dor na perna induzida pelo exercício” e “tibialgia”. 

A “canelite” foi primeiramente descrita como uma dor na perna induzida pelo exercício localizada especificamente na margem posterior e interna (medial) do osso da tíbia. Embora vários estudos tenham procurado estabelecer as causas exatas para o surgimento da dor na “canelite”, esta questão permanece ainda não resolvida. Até recentemente, a teoria mais aceita era a inflamação do tecido que recobre o osso da tíbia (periósteo), gerada pela tração dos músculos sóleo e flexor longo dos dedos. 

Novos estudos apresentam a teoria de que a “canelite” não seja uma inflamação, mas sim a uma resposta de formação e absorção de osso, secundária à tração exagerada que os músculos exercem sobre a tíbia. 

A sensação de “dor óssea”, gerada durante a aterrissagem do pé na corrida, apresenta uma evolução progressiva. No início, a dor tem baixa intensidade, mas pode evoluir para grande intensidade, limitando o treinamento. 

Os fatores predisponentes ao aparecimento das canelites são ainda amplamente discutidos, tais como a pronação excessiva, as atividades de impacto repetitivo, o aumento súbito na frequência, intensidade e duração da atividade esportiva, o treinamento em superfícies rígidas, algumas técnicas de treinamento, calçados inadequados, os desequilíbrios musculares, as deficiências de flexibilidade, elevados índices de massa corporal, lesões pregressas e anormalidades biomecânicas. 

Fatores de risco
• Aumento excessivo no volume e/ou intensidade de treinamento, como também treinamento sem orientação de um profissional;
• A iniciação recente no esporte ou mudanças de atividade;
• A fraqueza dos músculos dos membros inferiores, como também a falta de alongamento da panturrilha;
• Pisos duros e compactados como concreto e asfalto devem ser evitados. Dê preferência à grama ou pisos de terra, e evite também terrenos acidentados. Concreto é seis vezes mais severo para os seus tecidos da tíbia do que o asfalto. O asfalto é três vezes mais severo do que a terra batida. A grama é ainda mais macia, e diminui significativamente o risco de inflamação na região da tíbia;
• Pés hiperpronados e hipersupinados;
• Correr inclinando o tronco para frente;
• Mulheres na menopausa;

• Tênis inadequado para o seu tipo de pisada.
PREVENÇÃO
Aprenda a exercitar-se de forma gradual. Evite fazer muito exercício muito rápido. Se você quiser se queimar calorias extras, adicione treinamento de força ou trabalho do núcleo a sua rotina, enquanto o seu corpo se adapta a uma nova rotina de cardio.
Fortaleça as canelas e panturrilhas. Faça exercícios em casa para evitar canelite.
·        Fique na borda de um degrau. Coloque a parte anterior de seus pés no degrau, mas deixe os calcanhares pendurados fora da borda. Eleve cada calcanhar 10 vezes. Em seguida, faça o mesmo, mas com os dedos apontados para fora e para dentro.
·        Sente-se numa cadeira com uma perna levantada. Coloque um peso de tornozelo no pé. Levante os dedos dos pés em direção a suas pernas. Repita 10 vezes em cada lado.