quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A ARTE DE LER O CORPO


Imagine que seu corpo é uma cidade contida nos limites da superfície de sua pele. Penetrando nela, percorrendo com cidade cada vão, seus contornos e saliências, explorando-a de modo sensível e instintivo, você poderá conhecer as causas mais escondidas de seus desequilíbrios ou bem-estares. Sim, pois a simples visão desta “cidade” que palpita de vida e trabalho, é, por si só, um mapa completo de sua saúde, à espera de uma leitura, uma interpretação. Esta arte – a fisiognomia – já era usada  pelo homem antigo, que naturalmente  relacionava seus órgãos com os componentes do mundo à sua volta. É a partir dessa “linguagem” do corpo que passaremos a buscar as suas razões.

O homem  e a natureza se inter-relacionam de uma maneira tão perfeita que se complementam de uma forma física e energeticamente equilibrada.

Como não tinham laboratórios para análise de composição vitamínicas, sais minerais, proteínas e outros componentes para o equilíbrio vital, faziam a relação do formato dos componentes da natureza – as frutas, os cereais, as ervas – com o dos  órgãos do corpo, um exemplo é o formato do cérebro com as divisões dos hemisférios e sua relação com as nozes, o que significa que, comendo nozes,  o homem melhora a sua atividade mental, suprindo uma necessidade nutricional e energética. Outros exemplos relacionam o feijão com os rins, o inhame com os gânglios, o gergelim com os neurônios.

Sem saber muito sobre a fisiognomia, o homem a utiliza diariamente, pois sua própria felicidade e liberdade são grandemente influenciadas pela sua capacidade de conhecer e entender os outros.  Sem tal julgamento, não pode ajuda-los ou reagir de acordo com suas necessidade, não pode saber o que esperar deles ou escolher seus amigos convenientemente.

A fisiognomia era muito conhecida no Oriente, como um bem valioso para a medicina e o julgamento. Todo o aspecto da condição interna e constituição original de qualquer pessoa é revelado por sua aparência.

Um hábil fisiognomista  pode dizer tudo que alguém precisa saber observando apenas as solas dos pés. Não existe nenhuma doença que não seja revelada antes de tornar-se crônica.

Fisiognomia é o estudo do conhecimento do caráter das pessoas pelos traços fisionômicos.

É o desvendar do estado interior do homem olhando para os símbolos exteriores do seu rosto.
O estudo iniciou-se na antiga Índia, levando-se em conta apenas as rugas do corpo humano. Com o tempo esta técnica de diagnose visual espalhou-se pelo Oriente, concentrando-se, porém, mais acentuadamente na própria China. Hoje, percebe-se seu avanço no Ocidente, onde vem ganhando espaço junto às ciências oficiais.
A leitura facial remota a milhares de anos, porém no cenário atual onde o contato rápido com pessoas é cada vez mais freqüente, a aplicabilidade da fisiognomia é extremamente útil no processo prático de recrutamento e seleção, pois ao término deste curso, você terá maiores e melhores condições de Identificar o caráter e a personalidade de uma pessoa e tornar-se mais assertivo(a) na seleção de candidatos.

Formatos do Rosto
Podem ser classificados em um pequeno número de formas geométricas:

Oval - Rostos ovalados são caracterizados por serem compridos e estreitos. O rosto oval é levemente mais largo na linha das maçãs e se estreita ligeiramente em direção ao queixo. A testa costuma ser alta, o queixo pequeno e o pescoço, longo. Tem cantos suaves e delicados, a linha de largura é 2/3 da linha de comprimento. Não possui ângulos proeminentes. Foi o formato de rosto considerado como ideal feminino do Renascimento até o século XX e ainda é usado como parâmetro para as correções de rosto na maquiagem e para cirurgia plástica.

Quadrado - O rosto quadrado tem uma testa larga e forte, de maxilar amplo e queixo largo. Pode parecer mais retangular se o rosto for afilado, e mais tradicionalmente quadrado se o rosto for largo. A linha de largura é proporcional à linha de comprimento. Tem as laterais retas, assim como a testa e o queixo também retos. Possui ângulos retos nas laterais de testa e mandíbula, cujo alinhamento está abaixo da linha  centro da boca.

Triangular - Este formato está caracterizado por uma testa larga e alta, uma linha do maxilar estreita e queixo pequeno. Formato de rosto pesado caracterizado por testa estreita e mandíbula mais larga e aberta, com cantos em ângulos retos, localizados abaixo da linha centro de boca.
Rosto triangular invertido: Caracterizado por testa larga e queixo fino e longo.

Redondo - Este formato é o que diz o nome. Um rosto sem ângulos definidos com tendência a ser mais largo na linha das maçãs do rosto. A testa e o queixo são largos mas curtos. Parece com o oval, porém sua testa e queixo são curtos e a linha de largura é proporcional à linha de comprimento. A testa é curta e redonda e o espaço entre a raiz do nariz e o queixo é menor que o comprimento do nariz.

Rosto Hexagonal de lateral reta: Rosto mais cotado para tv, foto e vídeo atualmente, tanto para homens quanto para mulheres. Muito confundido com o quadrado, pois tem as laterais retas e ângulos retos na lateral de testa e lateral da mandíbula. A diferença é que os ângulos da mandíbula estão alinhados na linha centro da boca.
Rosto losango: Caracterizado por linha de largura angulosa com osso zigomático proeminente. Testa e queixo são finos e em ponta.


Rosto comprido: É aquele cuja linha de largura é muito menor que a linha de comprimento, não importando seu formato.


COLUNA CERVICAL

A coluna cervical se localiza no pescoço entre a parte inferior do crânio e a superior do tronco no nível dos ombros, é composta de sete ossos sobre-postos que são as vértebras. Estas estão unidas por estruturas chamadas ligamentos, músculos e por elementos que preenchem o espaço entre elas são os discos intervertebrais.


No interior da coluna cervical encontramos o canal vertebral por onde passa a medula espinhal, que comanda todos os nossos movimentos e sensações, ela é o nosso elemento de ligação corporal com o meio ambiente. Nesta região a medula emite 8 raízes nervosas que se ramificam para a cabeça, pescoço, membros superiores, ombros e parte ântero-superior do tórax.

A região cervical é dotada de grande mobilidade permitindo movimentos de 130° na flexão e extensão, rotação de 81° para cada lado e inclinação de 45º sobre os ombros. Devido a esta mesma mobilidade a coluna cervical sofre mecanicamente pelos esforços que é submetida no trabalho e na vida diária.


Dor da coluna cervical
A dor cervical chama-se cervicalgia e quando ela se irradia pelo membro superior (braço, antebraço e mão) recebe o nome de cervicobraquialgia.



Como a dor é uma experiência subjetiva da atividade cerebral em resposta a uma lesão dos tecidos corporais, ela pode ter origem em diferentes causas. Mas basicamente estas lesões, liberam várias substâncias no local e na corrente sanguinea que chamamos de substâncias nociceptivas (provocam sensação de dor). Estas são captadas pelos nervos sensitivos (nociceptores) que levarão a sensação de dor ao cérebro.

As cervicalgias e as cervicobraquialgias podem surgir por diversas causas como traumáticas, alterações mecânicas, doenças degenerativas, infecções, tumores, doenças glandulares (endócrinas e metabólicas), doenças neurológicas, psiquiátricas e dor referida (cuja causa não se localiza na coluna cervical).

Causas mecânicas
São dores causadas por carga excessiva ou prolongada sobre a coluna cervical. Normalmente ocorre nos ambientes de trabalho onde as pessoas suportam por longos tempos o peso de sua própria cabeça em posição de flexão e extensão (escriturários, costureiras, mecânicos, eletricista e outros) ou carregando peso sobre a cabeça como estivadores.
Estas profissões produzem fadiga muscular, espasmo prolongado e atrofia dos músculos por circulação sanguínea insuficiente e dor.


 Causas traumáticas
São dores causadas por contusões, entorses, acidentes automobilísticos (síndrome do chicote), fraturas, luxações (deslocamentos das vértebras) e fraturas-luxações.

Causas Traumáticas das dores cervicais

Doenças degenerativas
São as que causam a maior parte das dores da coluna cervical. A espondilose é uma doença generalizada da coluna, atingindo 90% dos homens após os 50 anos e 90% das mulheres após os 60 anos, devido ao processo de envelhecimento relacionado ao disco intervertebral. Pode-se facilmente observar nas radiografias as alterações degenerativas dos discos intervertebrais com diminuição de sua altura e das calcificações (osteofitos vulgarmente chamados de bicos de papagaio) que aparecem nas bordas das vértebras e nas articulações.
Estas calcificações indicam que o organismo está depositando cálcio em regiões inflamadas como uma defesa. A desidratação do disco é conseqüente às alterações químicas das substâncias elásticas que o compõem, isto associado aos ligamentos que se calcificam formam os chamados discos duros (hérnias duras). O aumento destes depósitos de cálcio pode ser tão grande a ponto de estreitar o canal medular e comprimir a medula e as raízes nervosas.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

DORES NA COLUNA

MEU CONSULTÓRIO


PARE DE SENTIR DOR

HIPERCIFOSED
E


Explicações sobre QUIROPRAXIA