quinta-feira, 17 de março de 2016


cuidados com a postura

Seja qual for sua profissão, sempre vai haver determinadas posturas que irão ter que ser repetidas diversas vezes. Posturas repetitivas pode ocasionar a LER. Conte conosco para tratar a sua dor.
Temos um tratamento individualizado, com a utilização de técnicas que combatem a raiz do problema e não apenas os sintomas.
VIVA SEM DOR
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www.dornacolunarj.com.br
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FAÇA SEM SE PREJUDICAR


Ao fazer exercícios, principalmente musculação, não exagere na quantidade de peso. Isso pode ocasionar problemas em sua coluna vertebral.

VIVA MELHOR!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

As "canelites" na corrida


A “canelite” é o nome popular da síndrome do estresse tibial medial (SETM), uma das lesões por sobrecarga mais comuns no atletismo e principalmente na corrida. Podemos encontrar na literatura outras denominações para a “canelite”, tais como: “dor na perna induzida pelo exercício” e “tibialgia”. 

A “canelite” foi primeiramente descrita como uma dor na perna induzida pelo exercício localizada especificamente na margem posterior e interna (medial) do osso da tíbia. Embora vários estudos tenham procurado estabelecer as causas exatas para o surgimento da dor na “canelite”, esta questão permanece ainda não resolvida. Até recentemente, a teoria mais aceita era a inflamação do tecido que recobre o osso da tíbia (periósteo), gerada pela tração dos músculos sóleo e flexor longo dos dedos. 

Novos estudos apresentam a teoria de que a “canelite” não seja uma inflamação, mas sim a uma resposta de formação e absorção de osso, secundária à tração exagerada que os músculos exercem sobre a tíbia. 

A sensação de “dor óssea”, gerada durante a aterrissagem do pé na corrida, apresenta uma evolução progressiva. No início, a dor tem baixa intensidade, mas pode evoluir para grande intensidade, limitando o treinamento. 

Os fatores predisponentes ao aparecimento das canelites são ainda amplamente discutidos, tais como a pronação excessiva, as atividades de impacto repetitivo, o aumento súbito na frequência, intensidade e duração da atividade esportiva, o treinamento em superfícies rígidas, algumas técnicas de treinamento, calçados inadequados, os desequilíbrios musculares, as deficiências de flexibilidade, elevados índices de massa corporal, lesões pregressas e anormalidades biomecânicas. 

Fatores de risco
• Aumento excessivo no volume e/ou intensidade de treinamento, como também treinamento sem orientação de um profissional;
• A iniciação recente no esporte ou mudanças de atividade;
• A fraqueza dos músculos dos membros inferiores, como também a falta de alongamento da panturrilha;
• Pisos duros e compactados como concreto e asfalto devem ser evitados. Dê preferência à grama ou pisos de terra, e evite também terrenos acidentados. Concreto é seis vezes mais severo para os seus tecidos da tíbia do que o asfalto. O asfalto é três vezes mais severo do que a terra batida. A grama é ainda mais macia, e diminui significativamente o risco de inflamação na região da tíbia;
• Pés hiperpronados e hipersupinados;
• Correr inclinando o tronco para frente;
• Mulheres na menopausa;

• Tênis inadequado para o seu tipo de pisada.
PREVENÇÃO
Aprenda a exercitar-se de forma gradual. Evite fazer muito exercício muito rápido. Se você quiser se queimar calorias extras, adicione treinamento de força ou trabalho do núcleo a sua rotina, enquanto o seu corpo se adapta a uma nova rotina de cardio.
Fortaleça as canelas e panturrilhas. Faça exercícios em casa para evitar canelite.
·        Fique na borda de um degrau. Coloque a parte anterior de seus pés no degrau, mas deixe os calcanhares pendurados fora da borda. Eleve cada calcanhar 10 vezes. Em seguida, faça o mesmo, mas com os dedos apontados para fora e para dentro.
·        Sente-se numa cadeira com uma perna levantada. Coloque um peso de tornozelo no pé. Levante os dedos dos pés em direção a suas pernas. Repita 10 vezes em cada lado.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

video


Conheçam um pouco do SEITAI.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015




DETECÇÃO  PRECOCE  DAS  
DEFORMIDADES   NA COLUNA

ESCOLIOSE


Base de sustentação corporal, a coluna vertebral é o eixo central do corpo. Exigida em quase todos os movimentos, ainda funciona como um duto de feixes nervosos que ligam diversos órgãos a outras partes, como o cérebro. Com tamanha importância, deveria ser tratada com mais atenção por todos nós.

As causas das dores na coluna


A identificação de problemas na coluna ocorre devido à queixa de sintomas de dor na região e em suas radiações, ou seja, nos membros.
A principal causa das dores na coluna decorre de um processo de desgaste natural, que pode se dar pela má postura, pelo sedentarismo e pelo sobrepeso.

Os problemas na coluna podem ocorrer em qualquer idade, porém, são mais comuns a partir da quarta década de vida.

Durante a infância, não é comum que crianças sintam dores nas costas, mas há um alerta: “se a criança é sobrecarregada com pesos de livros e mochilas, é essencial diminuir o peso usando mochilas de rodinha.


Dentre as principais deformidades, temos a ESCOLIOSE.
Escoliose ocorre quando a coluna se mostra torta no plano das costas, parecendo uma curva em C ou em S. Geralmente, o músculo lateral dessa região fica mais tensionado do que o seu par do outro lado e puxa a coluna em si. Costuma progredir na adolescência e atinge mais as meninas.
Cuide bem de sua coluna, afinal ela é o eixo de sustentação de corporal.
Mantenha as costas retas apoiadas no encosto da cadeira. Não deixe os ombros caídos.

Os pés devem ficar completamente no chão.  Se a cadeira for muito alta, utilize um apoiador de pés.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

COLUNA VERTEBRAL

A preocupação com a postura resulta da consciência de que todas as partes do corpo estão ligadas. Os músculos não são apenas feixes isolados. Eles fazem parte de grandes cadeias que podem conectar os pés à cabeça.

Os ossos, do mesmo modo, estão presos uns nos outros. Por isso é inevitável que uma pisada torta acabe inclinando a bacia e, por fim, curvando a coluna.
Dores nas costas costumam ser reflexo de problemas em outros lugares.

A regra é nunca forçar demais uma parte do corpo. O peso tem que ficar distribuído entre os ossos - ou seja, não pode apoiar-se sobre uma só perna, deixando a outra solta. A força tem que ser repartida entre os músculos, evitando tencionar em excesso uns e relaxar muito outros.

Quando as costas ficam tensas, por exemplo, os músculos do abdômen acabam se soltando. Resultado: as vértebras se desgastam e a barriga, sem exercício, fica mole.

Uma dica: observe sua postura.  Fique atento. Temos que aprender a usar apenas só a energia necessária para nos movermos ou ficarmos parados. É tudo uma questão de aprender a distribuir o peso para resistir à gravidade. Agindo assim, não há dúvida de que você vai evitar problemas sérios no futuro.

A mais frequente causa de dor , é constituída pela ruptura das estruturas da coluna, mais especificamente do disco intervertebral, conduzindo à perda da estabilidade da coluna.
Se não houver uma medida efetiva para restabelecer esta estabilidade, dificilmente o problema será superado.

Tudo fora do lugar

Sem saída
Uma prisão de ventre pode ser reflexo de um intestino esmagado pelo peso das costas.

Rim ruim
As costas curvadas podem ser as culpadas pelos cálculos renais. Elas amassam os rins, fazendo com que eles funcionem mal.

Dor de cabeça
É bem provável que a causa de muitas enxaquecas esteja mais embaixo - na posição da coluna cervical.

Autodigestão
Dentro de um estômago prensado, os ácidos da digestão acabam atacando as paredes do próprio órgão. Resultado: úlcera.

Sempre torto
Dor nas costas. Qualquer problema postural nos pés, ombros, na bacia ou no pescoço acaba doendo na coluna.

Sufocado
Pessoas curvadas(cifose), absorvem menos oxigênio porque têm os pulmões comprimidos. O risco de pneumonia é maior.

A vítima
As vértebras cervicais sofrem quando o pescoço e os ombros estão tensos.
As vértebras torácicas são as menos flexíveis porque precisam sustentar as costelas.
As lombares sustentam todo o peso das costas. Um corpo curvado acaba doendo aqui.

Explicando
Muita gente fica com o pescoço esticado para cima quando a tela da TV ou o monitor do computador estão altos demais.
Esta posição aperta os discos, um tipo de gelatina que separa uma vértebra da outra, bloqueando a circulação do sangue. Os vasos que passam pelas vértebras são fechados, diminuindo a irrigação sanguínea do cérebro. Essa pode ser a causa de muitas enxaquecas.

Uso do telefone sem dor
Ao segurar o telefone com o pescoço, você tenciona o músculo, que causa o torcicolo(ECOM). Enquanto um lado do pescoço está tenso, o outro relaxa. Assim, um ombro fica mais alto que o outro e dói.

Como esses processos patológicos são progressivos, o indivíduo terá as dores de forma mais frequente até se tornarem contínuas.

A dor é uma linguagem que o corpo utiliza para revelar uma lesão qualquer. O corpo não nasceu para sentir dor. Por isso, um paciente com o diagnóstico e terapia corretos, acompanhado de uma boa consciência corporal, pode chegar a uma qualidade de vida que permita viver longe dos sofrimentos.